BÁ UIÉ REAGE À SUA EXPULSÃO DO FUTEBOL NACIONAL

Dirigente fala de decisões ‘irresponsáveis, de alegada promoção de gatunagem na FFGB’, porém promete mais denúncias

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O antigo presidente do Cupelum FC afirmou que os dirigentes de clubes foram induzidos a tomarem as decisões que disse ‘irresponsáveis’ no último Congresso Ordinário da Federação de Futebol da Guiné-Bissau.
Em reação à sua expulsão do futebol nacional, votada e aprovada no último sábado, Abdu Mané ‘Bá Uié’ acusou os líderes dos clubes, que votaram a favor da sanção, de estarem limitados em termos de ‘pensamentos’ e presos pelo Caíto Teixeira, responsável da entidade gestora do futebol na Guiné-Bissau.
“Hoje, tenho certeza dos arrependimentos de forma como o Caíto [presidente da FFGB] lhes induziu a tomarem as decisões irresponsáveis. São irresponsáveis as decisões tomadas pelos dirigentes do futebol. Se eu estivesse naquela sala, acredito que não haveria um presidente do clube ou de qualquer que seja associação que diria para sancionar o Bá Uié e deixar o Caíto”, começou por dizer à Rádio Popular FM e ao Portal Desportivo O Golo GB.
“Aqueles dirigentes aceitaram entrar nesta jogada por estarem limitados em termos de pensamentos, e presos nas mãos do Caíto”, destacou.
Dirigente disse não compreender a decisão de banir um indivíduo que, segundo disse, trabalha arduamente para o desenvolvimento do futebol, porém deixou pistas sobre as alegadas razões que levaram os dirigentes a votarem a favor das suspensões e expulsões dos seus colegas.
“Porquê que os dirigentes não ousaram dizer verdade a Caíto? Sabe porque? Acabei de saber que os cinco milhões do salário mensal do Caíto, foi um acordo com alguns presidentes das associações e clubes e prometia que, quando recebe, daria 250, 300 mil e 500 mil Francos CFA a alguns. Não cumpriu as promessas, mas não têm coragem de o dizer a verdade”, revelou e alertando, ainda, para uma alegada promoção do que disse ‘gatunagem’ na Federação de Futebol da Guiné-Bissau, por isso anunciou que vai haver novas denúncias junto da Polícia Judiciária e da Procuradoria Geral da República.
© Balantó Danfa
📷 Abdu Mané//Facebook








