CAÍTO TEIXEIRA RESPONDEU AOS CRÍTICOS: “FFGB QUE DECIDE ‘QUANDO E COMO DEVE EFETUAR O PAGAMENTO”

Líder máximo da entidade gestora do futebol nacional promete resolver a situação dos campeões da última época, o mais ‘rapidamente possível’

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Foi este domingo (21.12) aberta, oficialmente, a época futebolística 2025/26 na Guiné-Bissau com a Supertaça vencida pelo SB Benfica, após uma vitória de 2-0 diante do FC Pelundo.
Entretanto, numa altura em que os vencedores das provas oficiais da última temporada não receberam os seus respectivos prêmios monetários relativos aos títulos conquistados, uma situação criticada por alguns desportistas.
Pois foi à margem do jogo da Supertaça que o presidente da Federação de Futebol da Guiné-Bissau (FFGB) respondeu aos críticos e afirmou que é a FFGB que decide ‘quando e como deve efetuar os pagamentos dos prémios aos campeões’.
Confrontado pelos jornalistas no estádio Lino Correia, em Bissau, Carlos Alberto Mendes Teixeira (Caíto Teixeira) disse: “Este é o primeiro ano do meu segundo mandato. Até hoje, em nenhum ano, a Federação de Futebol endividou os clubes. Todos estes quatro anos na testa da Federação não me lembro da dívida para com algum clube. Se durante os quatro anos pagámos tudo o que temos para pagar então não será este que vamos endividar os clubes”, afirmou o líder máximo da entidade gestora do futebol nacional.
“As pessoas têm que saber que a Federação é uma instituição tem suas agendas, sua organização e seus programas. A Federação que decide quando e como deve efetuar o pagamento. Por isso estamos tranquilos”, atirou o Caíto Teixeira que prometeu resolver a situação mais ‘rapidamente possível’.
Responsável congratulou-se ainda com as mudanças feitas pela CAF na estrutura do CAN, anunciadas no último final de semana, que vai terminar uma tradição com quase seis décadas a partir do ano 2028, onde a maior prova africana das seleções passa a realizar-se a cada quatro anos, uma decisão aplaudida e apoiada por Caíto Texeira, líder máximo da FFGB da Guiné-Bissau: “acho que é interessante. Dois em dois anos é muito apertado”, disse.
© Balantó Danfa
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