FFGB NEGA EXISTÊNCIA DO ‘DÉFICE ORÇAMENTAL’

“Quando foi que a Federação de Futebol teve a restrição financeira sob a minha liderança?”, questionou o Caíto Teixeira

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O presidente da Federação de Futebol da Guiné-Bissau (FFGB) negou a existência do ‘défice orçamental’ na instituição gestora do futebol nacional.
Nos últimos tempos, recorde-se, tem-se falado, e muito, numa alegada restrição financeira ou défice orçamental na FFGB. A demora verificada nos pagamentos dos prêmios monetários aos campeões da última temporada e demora no início das provas oficiais da época 25/26 estão sendo apontados como um dos fortes indícios do citado.
Confrontado sobre a situação depois de ter formalizado esta quarta-feira (07.01) uma queixa-crime na ‘Vara Crime’ do Ministério Público da Guiné-Bissau contra Dembo Sissé, presidente de uma das alas da Liga Guineense dos Clubes de Futebol, e Justino Sá, presidente da Mesa de Assembleia Geral da mesma direção, Caíto Teixeira questionou a origem do défice do que se tem falado e apelou à prudência uma vez que, segundo disse, dirigir uma instituição deve ser com base na união.
“Pensamos que para dirigir uma instituição temos que caminhar juntos, mas caminhar juntos não significa ser ‘sim senhores’, afirmou.
“Quando foi que a Federação de Futebol não pagou os prêmios a clubes? [campeãs]. Devemos ter bom senso. A Federação de Futebol não é do Caíto. Quando ouço as pessoas a falarem do défice, os prêmios não foram pagues, mas ninguém fala das construções de dois campos [sintéticos] ‘pela primeira vez na história de futebol da Guiné-Bissau”, disse e prosseguiu.
“Défice orçamental? Mas quando foi que a Federação de Futebol teve a restrição financeira sob a minha liderança? Quando cheguei à Federação havia a restrição. Federação de Futebol tem a sua agenda. Não funciona na base da pressão”, garantiu o líder máximo da entidade gestora do futebol na Guiné-Bissau.
© Balantó Danfa
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