CAÍTO TEIXEIRA IMPEDIDO DE VIAJAR PELA SEGUNDA VEZ PELO MINISTÉRIO PÚBLICO

O líder máximo da FFGB Tinha sido impedido de assistir a final da Taça de Portugal, agora foi impedido de assistir abertura do Mundial 2026

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O presidente da Federação de Futebol da Guiné-Bissau (FFGB), Caíto Teixeira, foi novamente impedido de deixar o país, situação que o impossibilitou de viajar para acompanhar o Campeonato do Mundo de Futebol.
Esta é a segunda vez, em poucas semanas, que o dirigente federativo vê frustrada uma deslocação internacional. Recorde-se que, em maio deste ano, Caito Teixeira já tinha sido impedido de viajar para Portugal, onde pretendia assistir à final da Taça de Portugal.
Segundo informações avançadas pelo jornalista Elvis da Silva, antigo apresentador do programa desportivo 4 Linhas da Rádio Sol Mansi, e confirmadas pela Rádio Sol Mansi junto de uma fonte próxima do processo, Caíto Teixeira, através do seu advogado, apresentou um requerimento a solicitar autorização para se deslocar ao exterior, mas o pedido foi indeferido pelas autoridades judiciais.
De acordo com a mesma fonte, a decisão poderá estar relacionada com a alegada inexistência de garantias suficientes de regresso ao país e com o facto de o dirigente ainda não ter efectuado o pagamento da caução fixada no âmbito do processo judicial em curso, no valor de 82.800.000 francos CFA, no prazo de 10 dias a contar da data de tomada de conhecimento. Perante esta situação, apenas a secretária-geral da FFGB, Virgínia da Cruz, seguiu viagem para representar a federação na cerimónia.
Recorde-se que o Ministério Público da Guiné-Bissau instaurou um processo judicial contra o presidente da FFGB, Caíto Teixeira, e o vice-presidente da instituição, Celestino Gonçalves, conhecido como “Tinex”, por alegado desvio de 183.000.000 francos CFA destinados ao fretamento de um voo para transportar a seleção de São Tomé e Príncipe em 2023.
©RSM/Elvis da Silva








